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Uma Espécie de Casal

Um casal em part-time, pouco convencional pela pancada que tem. Gostam de falar de cenas da vida deles e da vida dos outros.

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Um casal em part-time, pouco convencional pela pancada que tem. Gostam de falar de cenas da vida deles e da vida dos outros.

18
Jul16

Porque não?

Topless-sunbathers-meme.png

 

Porque não abrirmos mais a mente ao topless/nudismo?

Porque não nos sentimos confortável na praia, se alguém tiver o à-vontade suficiente para sacar das maminhas ao nosso lado?

 

Quando somos crianças, tomamos banho, despimo-nos, trocamos a fralda à frente de toda a gente e os nossos pais até tiram fotos para mandar à família, de modo a deixar bem claro que nascemos "perfeitinhos" e com tudo no sítio... porque raio quando crescemos, temos tanto pudor? A diferença é que as coisas cresceram e têm pêlo, algumas. Bom, o tamanho já não dá para alterar (a menos que se vá à faca), mas o pêlo arranja-se.

 

Vamos começar por um lado: O que leva, num caso mais concreto, uma rapariga a mostrar as maminhas na praia?

Hipótese A: não quer ganhar marca de biquini;

Hipótese B: não lhe apeteceu comprar um biquini/não tem/não servem/estão desbaçados;

Hipótese C: tem umas laranjinhas lindas de morrer e devem ser mostradas ao mundo;

Hipótese D: simplesmente quer.

 

Eu aposto na D, com a C à mistura, muitas vezes. E vocês?

Meninas que repudiam este tipo de acções -  há lá melhor sensação quando chegamos a casa e tiramos o soutien? E dormir sem ele? Melhor ainda, e para mais, é recomendável. So, come on. Deixem-se de inveja! O vosso namorado vai olhar, sim. E vocês também. E isso não significa que o rapaz vá querer saltar-lhe para a espinha!

 

Eu apoio o topless. Aliás, já pensei nisso, até porque não tenho nada para mostrar, como mencionei no post "Laranjinhas ou melões" que poderão ler (nós agradecemos). Se praia é sinónimo de descontracção, relaxamento, férias, conforto, então acho que a nudez encaixa na perfeição. No meu caso, o problema é que eu sou confiante (às vezes), mas também não tanto. E, apesar de falar das minhas inseguranças abertamente, não significa que as queira expôr nua e cruamente (mesmo no sentido literal da coisa). 

 

Mas se há gente que consegue amar o seu corpo, lidar com tudo o que tem, mesmo que seja um "ponto fraco", admiro e aplaudo de pé. O que é bom é para se ver. E, se não for bom para o totó da toalha ao lado, que se foda. Importas tu! Aqui, agora, com o que tens. Ah, e é tão bom quando amamos o que temos!

 

RC

 

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